quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Poesia- O monge e a prostituta
Nas proximidades do templo de Shiva morava um monge.
Na casa em frente ao templo, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a.
- Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites.
Será que não consegues parar e refletir sobre sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge e, com cincero arrependimento, rezou a Deus implorando perdão.
Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
O monge, irritato porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:
"A partir de agora, vou contar quantos homens entram naquela casa, até o dia da morte dessa pecadora.
" E, desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamá-la:
- Vê este monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências.
Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados.
Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, rezava:
"Ó Senhor, quando irás me livrar desta miserável vida que levo?
" Sua prece foi ouvida.
Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua carregou também o monge.
A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno.
Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo e gritou:
- Ó Senhor, essa é a tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu! Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:
- São sempre justos os desígnos de Deus.
Você achava que o amor de Deus se resumia em julgar o comportamento do próximo.
Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher rezava fervorosamente dia e noite pedindo perdão.
A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la ao paraíso.
A sua ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Poesia- Almas ao Vento
em meio a relances de luz,
Ouvindo apenas os meus passos,
sinto o frio da noite,
E o cheiro de morte no ar,
na calçada da rua baixa,
se vê as baratas já alimentadas a se esquivar,
Não temendo os gatos ,
que dormen na capela,
A vontade é de entrar,
pulando de supetão,
a lua está tão clara,
Quase dá para ver uma alma a passar,
de tanta luz,
Ficarei aquí,
sentindo-se a vontade quem sabe a vejo passar.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Poesia literal dura- A ultima ceia
E então ele disse:
--Tomen o vinho e estarão bebendo de meu sangue;
--Comão o pão e estarão comendo de minha carne;
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Sobre música- Rammstein
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Sobre filme - Lugosi em drácula
Lugosi foi o primeiro Drácula,sem palavras para descreve-lo como ator e seu perçonagem,com um olhar sem igual e movimentos sinuosos,lugosi fez o verdadeiro Drácula que nos dias de hoje está perdido.
Sem mistério ,sem a senssualidade e sem a magia que esse filme foi,difísilmente Drácula é o mesmo sem Bella Lugosi.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
Havia uma antiga palavra que era respeitada,não só por se tratar de guerreiros supremos na honrra e artes da guerra , mas por um valor de vida sem igual.
Havia uma prática de retirada da vida por suas próprias mão,na época acreditava-se que a alma honrrada com o "araquirí ",seria de uma vida jovem que ainda nascera.
A honrra de hoje não é mais para japoneses,mas para todos os que ainda tem o real comando de sua vida.
sábado, 27 de outubro de 2007
Poesia- Purgatório
(Harris)
Pençando em um velho sonho da velhice,
lugares que nunca ví,
Fantasias vividas em tempos passados,
eu despedaço meu cérebro que se espalha pelo chão,
Sobre núvens minha mente irá voar para sempre,
agora não entendo porque meu corpo tenta abandonar minha alma,
Ou sou eu?Não sei,
Memórias renascendo do passado,
a sombra do futuro nublado,
Alguma coisa aperta minha cabeça,
pelas trevas serei guiado,
Outro tempo ,outro lugar,
Outro sorriso em outra face,
Quando voçê me ver flutuando ao seu lado,
Sentirá,
Que todo meu amor está dentro de voçê,
Por favor me leve,me leve para longe.
Pençando em um velho sonho da velhice,
lugares que nunca ví,
Fantasias vividas em tempos passados,
eu despedaço meu cérebro que se espalha pelo chão,
Sobre núvens minha mente irá voar para sempre,
agora não entendo porque meu corpo tenta abandonar minha alma,
Ou sou eu?Não sei,
Memórias renascendo do passado,
a sombra do futuro nublado,
Alguma coisa aperta minha cabeça,
pelas trevas serei guiado,
Outro tempo ,outro lugar,
Outro sorriso em outra face,
Quando voçê me ver flutuando ao seu lado,
Sentirá,
Que todo meu amor está dentro de voçê,
Por favor me leve,me leve para longe.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Poesia- Sombriu
Estou no sombrio, não me vejo,sei que meu corpo ainda vive ,.........sinto em minhas entranhas um ser revolto.
Minha visão congela,me ofertando uma imagem do vasio,para que minhas memórias e pençamentos me tomem por completo.
O início não tem mais fim,e o meio é eterno,trasendo das sombras memórias que nelas deveriam se perder,o descanço parece iminente,mas as pernas se lembram de andar por que o célebro jugou nesceçário.
O anjo que me acompanha está cançado,pois minhas andanças servem para me levar á lugar nenhum,..............apenas perder minhas dores,e não a min.
sábado, 11 de agosto de 2007
Sonhos
Aparentemente eu estava vestido como um enfermeiro ,em um destes corredores brancos de hospital,estavam junto a min duas pessoas com as mesmas roupas que eu usava,não estavam andando,estavam olhando eu arrumar algo em sima de uma mureta,e atrás de min uma maca com uma mulher,eu creio que já estava morta por sua palidez e por estar coberta por um lençol.
Seu rosto descoberto apontava uma possível observação ou retoque,por não ter muitos detalhes poderia ser uma preparação em uma funerária,onde o corpo seria vestido depois de uma embalçamação,
Eu de costas para a maca,que estava junto á parede,sentí uma respiraçao repentina da mulher possivelmente morta,como se seu coração estivesse em desespero á vida,e um fôlego forte e desesperador,e eu sem saber o que faser saia do pequeno espaço entre a maca e a mureta bem de vagar,a respiração ofegante e desesperadora tentava bombear algo que não mais havia,o sangue é retirado e introduzido fluído embalçamador,sentia seus pés gelados em minha sintura enguanto saia de perto da maca.
Sua respiração ia diminuindo gradativamente ,e eu alí assistindo o sofrimento pela vida de uma jóvem que acordara para morte,e seus ólhos abertos buscando o této,presenciava sua respiração viminuir,e eu sem ter o que faser sentia seu corpo perder a vida,e ouço seu ultimo fôlego ser tragado,levemente seu corpo pára,com seus ólhos abertos presencio a luta do corpo em desespero.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Acalma-me ó ser misterioso
Acalma-me ó ser misterioso,não sei mais o que faço,o chão some diante de min,minhas lutas estão me deixando fraco e continuar está cada ves mais difícil,tento defender minha vida mais está ficando contraditório a cada dia manter-se com ela.
Estou com dias marcados que se vingem a se esvair,minha dor está a me chicotiar,á meus iguais recorrerei mas estou me destruindo por dentro,tomara que sobre algo á eles.
Minha alma está entregue só tento achar algo para adiar o envio,está difícil,isso me conçome como um ser dentro de min que em breve abrirá meu peito e sairá caminhando sorrindo á me olhar.
Estou com saudades de coisas que não tive,fome sem sentir sede,meus olhos se abrem ao máximo mas eu não consigo ver,eu estou indo aos poucos para um lugar dos sonhos,mas infelismente onde vou não há volta,não espero socorro,pois quando precisei não tive,...........mais um blog vasio na escuridão,...........mais uma escuridão que se apaga.
( Minha altoria )
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Mesmo que meus ólhos não pudessem ver,estava me acompanhando,mesmo não sentindo meu corpo era carregado,carregado para meu ultimo quarto.
As pessoas ao meu redor eram conhecidas, mas não me conheciam,outros disiam que eram meus amigos,mas eu não tivera nenhum,outros não ví nem mais gordo,pois só vieram tomar café.
Serei enterrado,lacrado,e em poucos dias esquecido,isso não me agradava nem quando era vivo,porque iria vibrar com isso.
Mesmo que eu vá, sem nem mesmo que tenha amigos,ou que isso tudo é para se distrair lendo na net,eu sou alguém,mesmo que não pareça.
As pessoas ao meu redor eram conhecidas, mas não me conheciam,outros disiam que eram meus amigos,mas eu não tivera nenhum,outros não ví nem mais gordo,pois só vieram tomar café.
Serei enterrado,lacrado,e em poucos dias esquecido,isso não me agradava nem quando era vivo,porque iria vibrar com isso.
Mesmo que eu vá, sem nem mesmo que tenha amigos,ou que isso tudo é para se distrair lendo na net,eu sou alguém,mesmo que não pareça.
terça-feira, 29 de maio de 2007
Para luz
Estou em um túnel e no final vejo uma luz,cerena e providencial ao meio da escuridão,não tenho mais medo,tal luz que vejo agora me acalma,creio que em breve retirará toda dor,dúvida,solidão,que os anos me chicotiaram.
Me atrai e facina,ando até a ipnotizante luz em meio de pedras,e sou correspondido com sua aproximação,e estou a cada ves convencido que após tanto a sofrer em meio aconfusão,desesperânça e regeição,terei minha calmaria neste mar revolto vivente.
A luz se aproxima com um soneto,que me fás perceber que é real,não tenho mais medo,paro de caminhar em sua direção,pois ela já está a me levar,dou meu ultimo suspirar neste mundo que me magoa,a locomotiva se aproxima,o trêem se aproximou e creio que além de min,ele levará minhas cicatrises deste mundo.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Momentos
Estou deitado,ao lado um filete de incenso queima perfumando e nebliando o ar,enquanto o silêncio força meus pençamentos a dominar o que meus olhos vêem,logo não estou em um mundo de realidade o cular,estou em um mundo de caminhos e de memórias.
Ao voltar ao contato visual com o mundo ao meu redor,algo me prende a atenção,uma onda de fumaça plaina sobre meu rosto,vejo o singelo movimento que fás como se estivesse frente ao mar.
Como um espectro do outro lado querendo me diser algo,movimentava-se em uma sinuosa dança,ouço um estalo fino,ólho para o lado e se deparo com as cinsas da sinueta do que era,o singelo filete negro está a se desligar de sua integridade,e se juntando a condição dos seres vivos,está se tornando cinsas.
Por não haver vento,o que se vê é uma sinueta da fumaça dançando levemente como um barbânte,enquanto mais a cima as imperfeições fasem a sinuosidade se desfaser em cogumelos perfumados.
Òlho para o této,e por distração relembro que algo está a se acabar,ao olhar para o lado com uma aparência de um duênte terminal em uma maca,vejo o palito apagado ,demorou pouco,mas vembra o que será minha vida.
"Tiago~eclipse;Escrevi sentindo que alguém está ruim neste dia"
terça-feira, 24 de abril de 2007
Música
Eu não posso salvar a sua vida,
embora nada pelo que eu sangre seja mais atormentador,
eu estou perdendo minha cabeça e voçê apenas fica lá,
encarando como meu mundo se divide.
"Refrão da música Rainha Branca de Neve"
Algum dia eu vou esquecer seu nome,
e em um doce dia,
voçê afundará em minha dor perdida.
"Trecho da música Doce Sacrifício"
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