quinta-feira, 7 de julho de 2011

Poesia- Depois do Caronte



A beira da vida,vejo o inferno em escuridão e frio,
Então do fundo algo me chama pelo nome,
Mostra sua face,..e de corpo belo,
É como uma sereia,tragando um marinheiro para o abismo marinho,
Então dou um sorriso, uma leve piscada de olhar,...e salto,
Ao fundo não tenho preça de chegar,
Sinto o vento feito de nada naquele lugar,
Apenas uma ilusão para me ludibriar,
Sinto como se fosse abraçado pelo frio,
Abrindo os olhos,completado com a imaginação,criando emoção,
Toco então suposto fundo com o topo como impreção,
Com o frio me esmagando a visão me chama,
Indo de costas me chamando sumindo na escuridão,
Mando-lhe um beijo,...
Um aceno bem lento,...
Então,... olho para meu braço puchando a pele provoco dor,
Acordo quente,recuperando o ar,digo-lhe bom dia,e até outro sonho.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Poesia- 1998/-16:37 quarta

   1998/-16:37 quarta
    O silêncio;............então se escuta tudo,e nada ao mesmo tempo,
    Então se encontra as respostas,...mais do que uma solução,
    O corpo cai,.........libertando-se de tudo,sente o vento como nunca sentia,
    Aos olhos tudo é paisagem,como um sonho de que não se quer acordar,
    Vai se sentindo leve e ao mesmo tempo feliz,
    O sono chegou,........mas quero assistir tudo,
    Sentindo sabor,........sem mal,
    Uma lágrima cai,..............pelo conforto de estar sendo sereno,
    Um sono sem bocejo,..............eternizando meu descan.................
    .............................................................................................;

domingo, 16 de janeiro de 2011

Poesia- Vida




Sinto friu mas meu cuturno segura a brisa fria da madrugada,
Minha cabeça doi,...pois já estou á algum tempo deitado entre dois túmulos no cemitério,
Percebo passos,mas é somente o mastigar dos gatos,felizes pois pegaram várias baratas.

O cheiro de decomposição vem com o vento na parte baixa do cemitério,
Vem em ondas,...dá até para saborear o limpo e o carregado,
Se mexo um pouco,constatando a dor do desconforto,..........legal,
Vejo um gato disputando o que era uma barata,
Veio então um sarcásmo para variar,.........."Então no terceiro dia ,...ele se levantou",
Nessa situação,pro coveiro eu só perguntaria as horas.

Caminho entre as obras e cruzes guiado pelo vento,
Ipnotisado pelas grades trabalhadas,olhando em seus espaços vazantes,
Busco o fundo mesmo estando escuro,
Espero ser surpreendido,algo ,alguém,......
Ou almenos um olhar,......

A reflecção, que as veses segue-se por horas enquanto caminho e observo,
Me faz abandonar meu corpo,me aquece,
Mesmo que nem saia do lugar,
Estando longe de casa e em casa ao mesmo tempo.

Poesia- Aveço



Desapareço puxado para dentro de min mesmo,
Como se foce para ser virado do aveço,
Um aveço que não esiste,

Muitas vezes o remédio é dormir,e nem sempre o dormir é o remédio,
Uma garrafa de vinho ajuda bastante,
Não para dormir de beber,
Mas nessas horas,um gole de vinho ajuda mais que um copo cheio,

O tinto suave deslisa friu,..........e aquece o coração,
Um abraço,acalmando quem me pucha as víceras.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Poesia- eclipse



Poesia- Caminhar



Ando entre os que já se foram,
Para tentar ver quem os levam,
Sinto que vá fui levado por ela,
Mas ainda sinto o bater do coração,
O porque ainda perguntarei a ela,
Mas já estarei em suas mãos.

Poesia- Melancolia



Dependurado pelas entranhas,uma melancolia me balança sob a escuridão fria,me convidando a abraçar o sombriu que me segue,dando-me a cura sublime paga com samgue.
Após o sono eterno nada mais importará,apenas o não mais sentir,o não mais senti-se vasio.
Neste mundo frio onde não há lua ou estrelas,é convidativo a solução que le toca o ombro,e asim o caminho a se tomar lhe acalma,le faz sentir confortável mesmo que seja seu fim,......mas como um fim,pra dor...em fim.

Poesia- Madrugada



Ao meu lado,um copo de vinho,sinto o sopro da madrugada,
O céu agora estrelado,me acompanha na noite gelada,
O silêncio me faz navegar em meio a escuridão,
Vagando pela noite,mesmo com um copo e sentado no chão,
Esse é meu momento,mesmo sozinho,
Curtindo o relento,tendo a noite como amigo,
O tempo se perde na escuridão,
Devolvo o copo no chão.
o amrago se torna doce,o frio se torna calor.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Poesia- O monge e a prostituta



Nas proximidades do templo de Shiva morava um monge.
Na casa em frente ao templo, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a.
- Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites.
Será que não consegues parar e refletir sobre sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge e, com cincero arrependimento, rezou a Deus implorando perdão.
Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
O monge, irritato porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:
"A partir de agora, vou contar quantos homens entram naquela casa, até o dia da morte dessa pecadora.
" E, desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamá-la:
- Vê este monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências.
Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados.
Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, rezava:
"Ó Senhor, quando irás me livrar desta miserável vida que levo?
" Sua prece foi ouvida.
Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua carregou também o monge.
A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno.
Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo e gritou:
- Ó Senhor, essa é a tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu! Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:
- São sempre justos os desígnos de Deus.
Você achava que o amor de Deus se resumia em julgar o comportamento do próximo.
Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher rezava fervorosamente dia e noite pedindo perdão.
A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la ao paraíso.
A sua ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Poesia- Almas ao Vento


Caminhando pela calçada do cemitério,
em meio a relances de luz,
Ouvindo apenas os meus passos,
sinto o frio da noite,
E o cheiro de morte no ar,
na calçada da rua baixa,
se vê as baratas já alimentadas a se esquivar,
Não temendo os gatos ,
que dormen na capela,
A vontade é de entrar,
pulando de supetão,
a lua está tão clara,
Quase dá para ver uma alma a passar,
de tanta luz,
Ficarei aquí,
sentindo-se a vontade quem sabe a vejo passar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

imagem - ser








Poesia literal dura- A ultima ceia


A Ultima Ceia
E então ele disse:
--Tomen o vinho e estarão bebendo de meu sangue;
--Comão o pão e estarão comendo de minha carne;

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Sobre música- Rammstein



É de deslumbre,com uma música de afogar e imagens de tocar a alma,particularmente um dos melhores clips de Rammstein.
Com senas clássicas medievais,e um cenário que me lembra "O cavaleiro sem cabeça",fiquei pregado na tela até o fim.
Traduzindo o melhor da magia do sombrio,fiseram uma obra prima! .

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Sobre filme - Lugosi em drácula






Lugosi foi o primeiro Drácula,sem palavras para descreve-lo como ator e seu perçonagem,com um olhar sem igual e movimentos sinuosos,lugosi fez o verdadeiro Drácula que nos dias de hoje está perdido.
Sem mistério ,sem a senssualidade e sem a magia que esse filme foi,difísilmente Drácula é o mesmo sem Bella Lugosi.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

sábado, 21 de junho de 2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008


O luar facina com face menina,
Mesmo sem cina o ser irradia,
Quen nela doltrina a noite encina,
Bem no alto,lá em cima.

quarta-feira, 19 de março de 2008



Havia uma antiga palavra que era respeitada,não só por se tratar de guerreiros supremos na honrra e artes da guerra , mas por um valor de vida sem igual.
Havia uma prática de retirada da vida por suas próprias mão,na época acreditava-se que a alma honrrada com o "araquirí ",seria de uma vida jovem que ainda nascera.
A honrra de hoje não é mais para japoneses,mas para todos os que ainda tem o real comando de sua vida.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007


Stoker,......



As rosas ,mesmo que no chão,
Parecem traduzir o sangue derramado,
A súplica não atendida,
A dor ,que não mais doi,
Agora tudo se espreça,
meus dragões me pucham como raiz,
como chumbo minhas entranhas balançam,
cheiro então a rosa,
o dragão dorme,
como um bebê.